Destravamento de celulares GSM – Parte 1
terça-feira, abril 24th, 2007Muitas pessoas tem se correspondido comigo ou mesmo solicitado meu apoio no meu trabalho apresentando dificuldades com esse assunto: destravamento de celulares GSM. Inimigo da desinformação, VeleiroVirtual fará de tudo para trazer mais luz e informação a esse assunto que traz muita dor de cabeça para muita gente. Como o assunto é vasto, iniciaremos aqui mais uma série, que contará, é claro, com a colaboração de quem mais quiser ajudar através de nossos comentários e contatos.
Meu primeiro conselho é não sofrer muito se pesquisar e não conseguir sucesso de início. Há vários complicadores que fazem com que esta tarefa fique mais difícil, exigindo um nível médio de informação antes de lançar-se aos resultados, que muitas vezes envolvem diretamente em riscos para a saúde do aparelho, se os preparativos forem mal executados.
Um complicador é justamente a diversidade de marcas e modelos de aparelhos, traduzindo-se em vários métodos diversos para atingir o mesmo objetivo. Mas o que quer dizer “destravamento” em si? A maioria dos aparelhos celulares GSM são vinculados às respectivas operadoras de quem foram adquiridos de modo que o usuário não pode utilizar o chip GSM de outra operadora nestes aparelhos. Esta trava é referida pelo termo em inglês SIM LOCK ou PHONE SUBSIDY LOCK. Em geral o usuário pode solicitar da operadora o “código de subsidío” ao fim do término do contrato estabelecido no momento da compra.
Daí temos a seguinte questão: é legalmente permitido destravar seu celular? Sim. Certamente. Desde que você tenha comprado o aparelho celular nada o impede de destravá-lo para uso com qualquer operadora. O que estaria ocorrendo seria, no máximo, uma quebra contratual do que foi firmado no momento da compra. Mesmo porque as cláusulas contratuais com as operadoras, em sua maioria, podem obrigar apenas o pagamento da mensalidade acordada pelos serviços até o término do contrato.
São três formas básicas de destravamento:
1) Através da insersão de um código numérico/hexadecimal de acordo com o serial do aparelho.
2) Através de programas de computador que alteram as informações contidas na memória do celular.
3) Através de aparelhos conhecidos como “Boxes” que gravam dados diretamente no telefone.
O tipo de destravamento vai depender da marca e modelo do aparelho.
Finalizo aqui esta primeira parte, colocando-me à disposição através de nossos comentários e do nosso formulário de contato para quaisquer esclarecimentos.
Em nossa parte dois veremos um breve glossário sobre os diversos termos que empregaremos, explicando detalhadamente a que se referem cada um deles. Aguardem atualizações ou deixe seu contato com sua dúvida.
