Falar de futebol e depois de religião, Papa no Brasil.

Eita São Paulo que me deixou na mão mais uma vez. Quero ver no brasileirão. Consolo mesmo só ver o “coringão”, hehe, afundar cada dia mais.

Eu discuto futebol, acho legal fazer raiva em corinthiano e em flamenguista, principalmente porque esses dois times só dão alegrias ao meu Glorioso São Paulo, hehe. O choro de um corinthiano é algo indescritível. E flamenguista, ai ai, tenho dó até de falar deles. Por isso, desde que não haja violência, discutir futebol é algo tão essencial quanto o próprio futebol.

Por outro lado não discuto religião. As coisas que se baseiam na fé, ou na falta dela, são, no fim, elementos subjetivos. Ainda que professadas por uma coletividade, ainda sim serão sempre elementos subjetivos. Ou seja, nativo do coração de cada um.

Por ocasião da visita do Papa Bento XVI ao Brasil nesta semana, é notória a satisfação dos seguidores do catolicismo, ao mesmo tempo em que se discutem aspectos dogmáticos de sua religião. Gostaria, entretanto, de que alguém me explicasse, pois, o que foram fazer pessoas que se auto-denominavam “Crescendo em Graça”, seita satanista de pessoas com o “número da besta 666″, tatuado no braço, na porta do Pacaembu exibindo faixas e cartazes contra Roma, o Papa e o Catolicismo?

São realmente uns babacas sem o que fazer. Utilizam o que poderia se chamar de “liberdade de expressão” para fazer arruaça, algazarra e falar mal da fé dos outros. Use seu livre arbítrio para fazer o que quiser, tudo bem, mas faça isso em local apropriado e diverso de onde estão as outras pessoas que pensam diferente de você. O fato de estarem ali no Pacaembu certamente foi para aparecer as custas da visibilidade que suas idéias não conseguem atrair.

Sinceramente, acho que cada idiota deve ficar com suas idiotices para si e para aqueles que as seguem, e esses satânicos estavam perfeitamente por fora.

Uma Resposta para “Falar de futebol e depois de religião, Papa no Brasil.”

  1. E é só o começo!Chegamos para sempre!

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