Boca campeão da Libertadores engole o timinho do Grêmio com sua boca enorme. FOI UM CHOCOLATCHÊ
Eu estava torcendo muito para o Grêmio, mas joguei a toalha. O chimarrão lavou, a cuia (ou bomba?) entupiu, a carne torrou e a vaca foi pro brejo. Na pulsante La Bombonera, o Tricolor Imortal não arregaçou as bombachas como deveria e tremeu. Fez até um bom 1º tempo, mas a tragédia começou com o gol “roubado” do Boca. Depois na segunda etapa, veio a catástrofe final. Sandro Goiano, que já merecia ter sido expulso contra o Santos, perdeu a cabeça. E tomar um 3º gol no fim não dá, sô!. O Saja não teve culpa em nenhum dos gols, mas, como dizem os portenhos, ele tem cheiro de gol.
Eu, particularmente, como bom são-paulino, acredito que a arbitragem foi perfeita, que não houve nenhuma irregularidade no primeiro gol do Bocão e que um time que tem um “Tuta” no ataque não pode esperar muita coisa mesmo. Que falta faz um Dagoberto né?
Eu queria ver apenas a gauchada gremista lá contra o Liverpoll, que que o Crouch ia fazer com aquelas coisinhas azuis em campo.
Quanto à segunda partida da final da Libertadores, sou muito cético. Mais três a zero para o Boca Juniors, com direito a volta olímpica no Olímpico, com Maradona cheirando uma e tudo mais, hehe.

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