Os 10 maiores micos das multinacionais no Brasil
sexta-feira, julho 20th, 2007Alguns produtos são lançados com aquela cara de novidade. Voce tem a impressão que vai ser um sucesso. As propagandas são incriveis e algumas até convencem a comprar o produto, mas na hora da prova de fogo… o fracasso é inevitavel e as perdas no investimento são grandes, seja por fatores culturais, seja porque o produto é uma porcaria mesmo, seja como for eis uma lista de 10 produtos que eram grandes promessas e acabaram virando tranqueiras acumuladas nos estoques.
1.SEGA DREAM CAST

O que era: O ultimo vídeo game produzido pela Sega.
O que era legal: O DC, como ficou conhecido era um console que tinha qualidade superior ao Playstation, apesar de não chegar ao nível do PS2. Os jogos tinham uma qualidade gráfica boa e os títulos da Sega aliados a um memory card com uma telinha LCD davam um certo status de exclusividade.
Porque não deu certo: Acho que vou esperar o próximo lançamento…
O Dreamcast ficou conhecido principalmente por ser um dos consoles mais difíceis de adquirir, apesar de ter uma destacada variedade de jogos e um grande número de criativos videogames.Foi lançado no Brasil e no mundo com um atraso desnecessário. Em poucos meses, o Playstation 2 transformou-se no principal concorrente do Dreamcast, visto que muitos designers de videogames decidiram fazer jogos para o PS2 devido ao enorme sucesso do PS1 e as baixas vendas do Sega Saturn. Novos competidores como o Xbox da Microsoft e o GameCube da Nintendo, conseguiram tirar o Dreamcast de uma das posições mais altas do ranking de vendas. Nos meses que se seguiram, diversos jogos em desenvolvimento tanto pela SEGA quanto por outras empresas foram cancelados. Foi o videogame mais moderno e poderoso lançado pela Sega e, infelizmente, o grande responsável por sua saída do mercado de consoles.
2. MR BROWN ICED COFFEE
O que era: Uma bebida de café com leite gelado.
O que era legal: Basicamente nada. Mesmo praqueles que achavam gostoso, era simples de se reproduzir em casa, com café solúvel e leite em pó.
Porque não deu certo: Se esquentasse no microondas dava um cappucino hehe.
A idéia não era ruim, café gelado pra tomar no calor até faz sentido, mas foi besteira achar que alguém trocaria qualquer outro refresco por uma latinha que tinha metade do tamanho de um refrigerante e custava mais caro. Alem disso, não levaram em conta o fator cultural. Mesmo num país tropical como o nosso, tomar café frio é uma heresia para a maioria das pessoas. Ainda é vendido, mas do sucesso que se esperava nao teve nem sombra.
3. RUFFLES MAX
O que era: A famosa batata chips em uma versão turbinada.
O que era legal: Aquela batata com ondas gigantes era bem legal, e o tempero de Barbecue era show de bola.
Porque não deu certo: Me passa a Coca Cola que minha boca ta ardendo!!!
Aquela batata com ondas gigantes era bem estranha, e o tempero de Barbecue era forte demais pra quem estava acostumado com as ondinhas e os sabores tradicionais. Foi talvez um choque aquele visual e sabor tão diferentes. Pessoalmente eu gostava, mas a maioria das pessoas não agüentava mais que duas batatinhas com aquele tempero. Alem disso, como era mais cara, os próprios comerciantes evitavam, por que não sabiam se teria saída como as outras.
4. POFFETS
O que era: Pipoca pronta temperada da Elma Chips.
O que era legal: Na propaganda eles diziam que estava sempre crocante, e era mesmo. Os sabores dos temperos eram ótimos, no melhor estilo Elma Chips e impossíveis de se reproduzir com pipoca convencional.
Porque não deu certo: Prefiro de microondas…
A intenção até eu era boa, o sabor era bom, a idéia de poder comprar pipoca na padaria era boa, mas como encarar um pacote de pipoca fria? Não dava pra ficar empolgado depois da metade, já que aquilo começava a enjoar e tempero deixava o céu da boca impregnado de tal forma que o gosto parecia que nunca mais ia sair da boca. Alem disso, tinha o mesmo preço de um envelope de pipoca de microondas, mas com um terço do conteúdo.


