Os 10 maiores micos das multinacionais no Brasil
1.SEGA DREAM CAST

O que era: O ultimo vídeo game produzido pela Sega.
O que era legal: O DC, como ficou conhecido era um console que tinha qualidade superior ao Playstation, apesar de não chegar ao nível do PS2. Os jogos tinham uma qualidade gráfica boa e os títulos da Sega aliados a um memory card com uma telinha LCD davam um certo status de exclusividade.
Porque não deu certo: Acho que vou esperar o próximo lançamento…
O Dreamcast ficou conhecido principalmente por ser um dos consoles mais difíceis de adquirir, apesar de ter uma destacada variedade de jogos e um grande número de criativos videogames.Foi lançado no Brasil e no mundo com um atraso desnecessário. Em poucos meses, o Playstation 2 transformou-se no principal concorrente do Dreamcast, visto que muitos designers de videogames decidiram fazer jogos para o PS2 devido ao enorme sucesso do PS1 e as baixas vendas do Sega Saturn. Novos competidores como o Xbox da Microsoft e o GameCube da Nintendo, conseguiram tirar o Dreamcast de uma das posições mais altas do ranking de vendas. Nos meses que se seguiram, diversos jogos em desenvolvimento tanto pela SEGA quanto por outras empresas foram cancelados. Foi o videogame mais moderno e poderoso lançado pela Sega e, infelizmente, o grande responsável por sua saída do mercado de consoles.
2. MR BROWN ICED COFFEE
O que era: Uma bebida de café com leite gelado.
O que era legal: Basicamente nada. Mesmo praqueles que achavam gostoso, era simples de se reproduzir em casa, com café solúvel e leite em pó.
Porque não deu certo: Se esquentasse no microondas dava um cappucino hehe.
A idéia não era ruim, café gelado pra tomar no calor até faz sentido, mas foi besteira achar que alguém trocaria qualquer outro refresco por uma latinha que tinha metade do tamanho de um refrigerante e custava mais caro. Alem disso, não levaram em conta o fator cultural. Mesmo num país tropical como o nosso, tomar café frio é uma heresia para a maioria das pessoas. Ainda é vendido, mas do sucesso que se esperava nao teve nem sombra.
3. RUFFLES MAX
O que era: A famosa batata chips em uma versão turbinada.
O que era legal: Aquela batata com ondas gigantes era bem legal, e o tempero de Barbecue era show de bola.
Porque não deu certo: Me passa a Coca Cola que minha boca ta ardendo!!!
Aquela batata com ondas gigantes era bem estranha, e o tempero de Barbecue era forte demais pra quem estava acostumado com as ondinhas e os sabores tradicionais. Foi talvez um choque aquele visual e sabor tão diferentes. Pessoalmente eu gostava, mas a maioria das pessoas não agüentava mais que duas batatinhas com aquele tempero. Alem disso, como era mais cara, os próprios comerciantes evitavam, por que não sabiam se teria saída como as outras.
4. POFFETS
O que era: Pipoca pronta temperada da Elma Chips.
O que era legal: Na propaganda eles diziam que estava sempre crocante, e era mesmo. Os sabores dos temperos eram ótimos, no melhor estilo Elma Chips e impossíveis de se reproduzir com pipoca convencional.
Porque não deu certo: Prefiro de microondas…
A intenção até eu era boa, o sabor era bom, a idéia de poder comprar pipoca na padaria era boa, mas como encarar um pacote de pipoca fria? Não dava pra ficar empolgado depois da metade, já que aquilo começava a enjoar e tempero deixava o céu da boca impregnado de tal forma que o gosto parecia que nunca mais ia sair da boca. Alem disso, tinha o mesmo preço de um envelope de pipoca de microondas, mas com um terço do conteúdo.
5. CHERRY COKE
O que era: Um refrigerante de cola com cereja da Coca Cola
O que era legal: Nada era legal
Porque não deu certo: Cadê a porcaria da cereja que disseram que tinha aqui?
Uma campanha de marketing massiva que fazia parecer que era uma verdadeira novidade, algo impressionante. Mas quando se bebia aquela coisa vinha a decepção. Tinha um gosto mais doce que a Coca, e deixava um amargo no final que parecia Diet Pepsi. Nunca entendi o Cherry(cereja) do nome, já que aquilo não tinha gosto de nada e a maioria das pessoas que vi bebendo esse remédio gaseificado disse que preferia tubaína.
6. SEGA CD
O que era: Um console complementar do Mega Drive, para jogos em CD
O que era legal: Na época em que o SNES dominava o mercado e o MD era segundão, apareceram com uma opção que aumentava a potencia do console da Sega e o habilitava a rodar jogos mais modernos em CDs. Comparado com a potencia da época dava banho em todos os outros.
Porque não deu certo: Já comprei o meu, agora só preciso da outra metade!!!
Meio console que precisava ser acoplado ao outro pra funcionar?? Péssima idéia. Isso aumentava o valor e diminuía a procura por quem queria um console novo. O público alvo também foi um erro. Como no Brasil o Megadrive custava menos que o SNES, quem tinha MD era porque não podia ter o outro, portanto dificilmente teria dinheiro pra comprar esse complemento. Pra completar o fracasso, o PSONE foi lançado logo depois e desbancou qualquer chance de sucesso.
7. TV COM VÍDEO CASSETE
O que era: O que o nome diz, uma TV com um vídeo cassete embutido.
O que era legal: O principal ponto a favor desse produtos, que tiveram versões de vários fabricantes, era a total ausência de cabos e nenhuma instalação necessária. O controle remoto único também agradava bastante.
Porque não deu certo: Pifa um, pifa os dois.
Pouca gente estava disposta a pagar o preço, que apesar de justo, era superior ao dos dois aparelhos separados. Alem disso, a incidência de problemas era grande, talvez por alguma incompatibilidade técnica, e obrigava as pessoas a ficarem sem TV quando tinham que mandar consertar o vídeo e vice versa.
8. FANTA SABORES
O que era: O refrigerante em duas versões absurdas Maçã e Citrus
O que era legal: Muitos fabricantes de tubaína tinham seus sabores esquisitos, como abacaxi ou maçã, mas ter isso vindo da Coca Cola era parecia mais legal e mais gostoso.
Porque não deu certo: Não tinha mais corante?
De novo, problemas culturais. O povo já estava muito acostumado a tomar Fanta Laranja ou Uva e esse novos sabores pareciam uma invasão. O sabor era bom, mas ambos desagradavam no visual. A impressão era que a garrafa estava cheia com água suja ou algum resto de produto de limpeza.
9. KFC
O que era: Não era bem um produto, mas uma rede de fast food americana cujo cardápio era baseado em receitas com frango frito.
O que era legal: Poder comer aquele monte de pedaços de frango que vinham em uma caixinha ou em um balde igual nos filmes era como um sonho pra molecada.
Porque não deu certo: O meu com espaguete e quiabo, por favor!
O frango era bom, ótimo alias, mas outra vez o problema foi cultural. Passada a febre de novidade, as pessoas começaram a se dar conta que não queriam ir ao Shopping pra comer frango, já que isso era coisa de almoço de domingo. A rede não agüentou e foi minguando até quase sumir do país.
10. FIAT PALIO CITYMATIC
O que era: Um carro com cambio manual sem embreagem
O que era legal: Não tinha embragem, então não tinha cagada na troca de marchas ou numa parada na subida. Era só acelerar e trocar a marcha conforme a rotação
Porque não deu certo: Afinal cadê aquela porcaria de pedal que estava aqui?
Em outros países onde o cambio semi-automático é mais popular talvez fosse bem aceito, mas aqui… Nem pensar. O sentimento geral de quem se arriscava a comprar essa versão “prática” do popular da FIAT era de que estava faltando alguma coisa. Isso mesmo, o detalhe que era a propaganda do carro, seu grande diferencial, se tornou seu motivo de fracasso, já que ninguém se acostumava com a falta daquele pedal. As pessoas ficavam sem saber o que fazer com o pé esquerdo e isso irritava mais do que errar a embreagem.
by:
CHICAO COUY






Combate natural ao mosquito da dengue
O que existe na natureza não precisa inventar por que nada tem superado o que é natural
Milhões de m³ de água de grandes represas passam diariamente pelas caixas de água, elas, fechadas, não evitam os mosquitos produzir os ovos em outros locais, por isso as caixas abertas pode ser uma grande armadilha para combater a dengue. A sugestão é fixar as telas dentro das caixas de água = em baixo da bóia – surpreendendo as larvas diariamente os 365 dias do ano, porque a água ultrapassa as telas na maioria das caixas duas vezes todos os dias, no espaço de 24 horas. No período da noite, a caixa de água é abastecida e durante o dia esvazia normalmente pelo consumo do usuário. As larvas em cima da tela, sem água, são eliminadas em três minutos. Se cada residência consumir um pouco de água que ultrapasse a tela pelo menos uma vez em oito dias, ainda seria suficiente para quebrar o ciclo de reprodução do mosquito. Se alguém tem dúvida, de que as larvas não morrem no seco em três minutos, é simples, coloque-as fora da água para comprovar.
A água das caixas e a produzida por milhares de ares-condicionados, que atraem os mosquitos pode ser transformada em armadilhas naturais para combater a dengue. A água será depositada em vasilhames de Pete por gotejamento. Ao atingir um nível desejado, será transferida por declive de um vasilhame aberto para os outros. No último vasilhame, uma mangueira é adaptada e enterrada para irrigar plantas e adubar com larvas de mosquitos de uma a seis horas de vida.
As águas das caixas sendo armadilhas naturais, principalmente no verão, os mosquitos não vão encontrar tanta fartura de água como a encontrada em milhões de m³ que passam diariamente pelas as caixas de água das residências nos distritos e municípios. Isso pode ter impacto, porque as larvas sendo eliminadas dia a dia não terão tempo de crescerem por caso do consumo de água diariamente.
Cada mosquito põe em média cinco mil ovos. Se as caixas estiverem fechadas, principalmente no verão, essa produção será depositada em qualquer lugar fora de controle, conseqüentemente, quando chover, aumentando os focos do mosquito da dengue, e as ações de combate serão reforçadas com mais pessoas. Quando se alcança um resultado satisfatório, os agentes de saúde recuam e, posteriormente, o problema também retorna mais forte. Pensando nisso, elaborei esse método natural o qual deve ser utilizado em caixa de água aberta, vasilhame de Pete, pote, tanque e jarro de plantas.
A POESIA DO MOSQUITO DA DENGUE
O que o mosquito mais quer
É água limpa e parada
Decifrar esse enigma
É a pesquisa da caixa aberta ou fechada
A caixa fechada milhões de mosquito passam em frente
Elas abertas, a visita seria permanentes
Dispensar as caixas como armadilha
Pode penar muita gente
A tela fixada abaixo da bóia
Em três minutos a vida do mosquito é complicada
Se são larvas em cima das telas morrem no seco
Se é mosquito em baixo da tela morre afogado
Podemos sair da posição defensiva para ofensiva
Pelo consumo de água normal
Não depende de larvicida e nem dos usuários
De quem se esperava afinal
A água das caixas serão armadilhas
Os mosquitos e as larvas são as presas
De dia ou de noite
São apanhados de surpresa
A intervenção na reprodução
A idéia faz a diferença
Porque o homem raciocina
E o mosquito não pensa
Estou procurando parceria para pôr em prática esse novo método de combate à dengue.
Atenciosamente José Jue ferreira de Almeida
Telefones para contato: (85)3235-2724 (85) 9153-4372
E-mail: josuefdealmeida@yahoo.com.br
POR Q VC Ñ DEIXA D SER IGNORANTE E PARA D FAZER ESSE COMENTÁRIOS IDIOTAS?