Chegou hoje a Teófilo Otoni o procurado traficante Felício Mariano da Cruz Júnior - Felicinho. Relatórios da Polícia Civil de Minas Gerais apontam sua participação em mais de 50 homicídios. Acuado pela quantidade de provas existentes contra si, Felício admitiu suas atividades de tráfico de drogas e responsabilizou um grupo de traficantes rivais com atuação no Litoral de São Paulo, Belo Horizonte e Teófilo Otoni pela morte de sua esposa e dois filhos em outubro de 2006.
Entrevistado pelo Delegado Regional Isaias Pontes de Mello e pelo delegado Jeferson Botelho Pereira, Felício disse que estava foragido em Foz do Iguaçu juntamente com Sâmara Hawaslla Aguilar, sua namorada de 19 anos.
A operação de escolta de Felícinho de Foz do Iguaçu para Teófilo Otoni foi chefiada pelo delegado Jeferson Botelho juntamente com os agentes Magno Ferreira e Zeli Luiz, com apoio de informações do agente Carlos Alberto. Ele foi transportado de Foz do Iguaçu até Belo Horizonte, passando pelo Rio de Janeiro num voô comercial da TAM sem sequer ser percebido pelos passageiros, dado o sucesso das cautelas seguidas para o transporte que contou ainda com a colaboração da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal, em especial das delegacias dos aeroportos de Foz do Iguaçu, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Duas equipes fortemente armadas com fuzis cal. 762 do COPE - Coordenação de Operações Especiais da Secretaria de Assuntos Prisionais Mineira reforçaram a segurança do transporte por terra de Belo Horizonte até Teófilo Otoni.
Felício monitorava as comunicações da Polícia Militar de Minas Gerais através rádios amadores e repassava as informações para seus comandados nos bairros de Teófilo Otoni. Após a eclosão da Operação Genesis em 2005, Felício fugiu para o litoral Paulista onde suas atividades de tráfico foram alcançadas pela investigação da Polícia Civil Mineira através de uma nova Operação, a Exodus. Com a chacina da família do traficante, Felício fixou bases em Foz do Iguaçu - Paraná onde novamente foi alcançado pelas investigações do Serviço de Inteligência da Regional de Polícia Civil de Teófilo Otoni, cujas informações ajudaram a Polícia Paranaense.
O apoio do Policial Rodoviário Federal Marcos Pierre, ex-agente da Polícia Civil de Minas Gerais foi crucial na prisão de Felício e Samara. De posse das informações recebidas da 14ª DRPC - Teófilo Otoni Pierre reviveu seus melhores momentos como investigador e juntou-se aos agentes da PCPR do GDE - Grupo de Diligências Especiais da 6ª DPC de Foz do Iguaçu localizando a casa onde estava. Felicio e sua namorada Samara foram presos enquanto sacavam três mil e quinhentos reais numa agência da Caixa Econômica Federal de Foz.
Segundo o Delegado Jeferson Botelho as apurações não terminaram. Em sua cruzada contra o tráfico de drogas, Botelho, que chefia a Divisão de Tóxicos e Entorpecentes de Teófilo Otoni comemorou a junção de atividades com o Serviço de Inteligência da 14ª DRPC. Afirmou ainda que a criminalidade difusa é o principal efeito cuja causa é o tráfico de drogas emergente, sendo que, o outro efeito somatizado é o recrudecimento da violência que só pode ser combatido com ações de humanização do inquérito policial e a estruturação de investigações tecnológicas e inteligência.

1 Comentário Recebido
maio 7th, 2008 @3:53 pm
A investigação da dengue
Combate natural ao mosquito da dengue
O que existe na natureza não precisa inventar porque nada tem superado o que é natural. Milhões de m³ de água de grandes represas são consumidas diariamente.
As caixas fechadas não evitam os mosquitos produzirem os ovos em outros locais, por isso as caixas abertas podem ser uma grande armadilha para combater a dengue. Os vasilhames e pneus dispersos não representam 1% da lamina de água a qual as caixas de águas semi-abertas aumentariam em 1000%.
As telas fixam dentro das caixas - em baixo da bóia – surpreendendo as larvas diariamente os 365 dias do ano, pois a água ultrapassará as telas na maioria das caixas duas vezes, todos os dias, no espaço de 24 horas. No período da noite, a caixa de água é abastecida e, durante o dia, esvazia normalmente pelo consumo do usuário. As larvas em cima da tela sem água são eliminadas em três minutos. Se cada residência consumir um pouco de água que ultrapasse a tela pelo menos uma vez em oito dias, ainda seria suficiente para quebrar o ciclo de reprodução do mosquito. Se alguém tem dúvida, de que as larvas não morrem no seco em três minutos, é simples, coloque-as fora da água para comprovar.
A água das caixas e a produzida por milhares de ares-condicionados, que atraem os mosquitos pode ser transformada em armadilhas naturais para combater a dengue. A água será depositada em vasilhames de Pete, por gotejamento. Ao atingir um nível desejado, será transferida por declive de um vasilhame aberto para os outros. No último vasilhame, uma mangueira é adaptada e enterrada para irrigar plantas e adubar com larvas de mosquitos de uma a seis horas de vida.
As águas das caixas sendo armadilhas naturais, principalmente no verão, os mosquitos não vão encontrar tanta fartura de água como a encontrada em milhões de m³ que passam diariamente pelas as caixas de água das residências nos distritos e municípios. Isso pode ter impacto, porque as larvas sendo eliminadas dia a dia não terão tempo de crescerem por causa do consumo de água diariamente.
Cada mosquito põe em média cinco mil ovos. Se as caixas estiverem fechadas, principalmente no verão, essa produção será depositada em qualquer lugar fora de controle. Conseqüentemente quando chover em milhares de poças aumenta os focos do mosquito da dengue, e as ações de combate serão reforçadas com mais pessoas. Quando se alcança um resultado satisfatório, os agentes de saúde recuam e, posteriormente, o problema também retorna mais forte. Pensando nisso, elaborei esse método natural o qual deve ser utilizado em caixa de água aberta, vasilhame de Pete, pote, tanque e jarro de plantas.
A reprodução do mosquito da dengue, tem causado mortes e pode provocar uma tragédia, se não for investigado com a visão do serviço de inteligência dos peritos criminalistas a saúde pode ter dificuldade de analisar o método natural de combate ao dengue em todos os seus aspectos.
A visita do agente de saúde às residências varia de 30 a 60 dias. Cada aplicação de larvicida (BTI) tem validade de 10 a 15 dias.
A POESIA DO MOSQUITO DA DENGUE
O que o mosquito mais quer
É água limpa e parada
Decifrar esse enigma
É a pesquisa da caixa aberta ou fechada
A caixa fechada milhões de mosquito passam em frente
Elas abertas, a visita seria permanentes
Dispensar as caixas como armadilha
Pode penar muita gente
A tela fixada abaixo da bóia
Em três minutos a vida do mosquito é complicada
Se são larvas em cima das telas morrem no seco
Se é mosquito em baixo da tela morre afogado
Podemos sair da posição defensiva para ofensiva
Pelo consumo de água normal
Não depende de larvicida e nem dos usuários
De quem se esperava afinal
A água das caixas serão armadilhas
Os mosquitos e as larvas são as presas
De dia ou de noite
São apanhados de surpresa
A intervenção na reprodução
A idéia faz a diferença
Porque o homem raciocina
E o mosquito não pensa
Preciso do parecer dos senhores sobre esta proposta.
Estou buscando apoio dos senhores por uma razão simples, soluções inteligentes sem apoio não funciona, a dengue é um problema de todos.
Atenciosamente José Jue ferreira de Almeida
Telefones para contato: (85)3235-2724 (85) 9153-4372
E-mail: josuefdealmeida@yahoo.com.br
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