que informa que tiveram um período de namoro de um ano e dois meses, em que a declarante freqüentava a residência dos pais de Alexandre e este a sua residência; que, antes do nascimento de Isabella, ficaram separados por dois meses, sendo que o principal motivo foram suspeitas de traições por parte de Alexandre e que tal período reataram o namoro e, em julho de 2001, engravidou de Isabella; que, durante o período de gestação a declarante estava se relacionando com Alexandre, quando então ele ingressou na Faculdade de Direito, oportunidade em que mencionou que tinha as amigas de faculdade Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá e uma outra que a declarante não se recorda o nome;
que Anna passou a ser presença constante na vida de Alexandre; que quer salientar que durante a gravidez o foco era a criança e não mais a declarante, mas tudo correu normalmente até o nascimento de Isabella em 18 de abril de 2002; que, após o nascimento da filha, continuaram o relacionamento por 11 meses, se separando no início de 2003; que teve a certeza e a convicção de que havia uma traição por parte de Alexandre e o relacionamento foi rompido e a separação se deu quando Isabella já estava com 11 meses;
que a declarante gostaria de deixar consignado que em uma festa ocorrida na casa de familiares da declarante, por motivos de menos importância, viu Alexandre ficar ofendido feita a ele por um parente da declarante, sendo que Alexandre deixou o local e retornou mais tarde, já completamente transtornado, sem camisa, desejando brigar com todos; que na época da separação definitiva não foi discutida pensão alimentícia para a menina; que Alexandre fazia visitas regulares à filha, sendo que a declarante não teve conhecimentos da vida cotidiana dele; que depois de um ano e alguns meses, a declarante veio a saber por intermédio dos pais de Alexandre que o mesmo já estaria mantendo um relacionamento de namoro sério com uma pessoa cujo nome desconhecia;
que Isabella tinha um e quatro meses, matriculou a mesma na escola, pois Alexandre não queria que ela fosse à escola e, quando soube, achando que essa idéia era da mãe da declarante, ele foi até sua casa para discutir com a sua mãe; que não estava em casa, e quando ele chegou ele estava na porta de sua casa; que Alexandre estava transtornado, dizendo que ia resolver isso; que Alexandre estava de moto; que saiu por alguns instantes e retornou, dizendo que estava armado e que iria matar sua genitora [mãe da ex-mulher]; que a declarante registrou boletim de ocorrência sobre os fatos no 39º Distrito Policial - Vila Gustavo; que a ameaça era direcionada a sua mãe e à declarante; que Isabella permaneceu na escola;
que concordou nas férias que Isabella fosse passar alguns dias, cerca de uma semana, no Guarujá, na companhia do pai, da esposa Anna Carolina e do filho do casal; que Anna Carolina, esposa de Alexandre, antes da viagem, foram [sic] até a casa do declarante; que ali chegaram Anna Carolina e Alexandre, ocasião em que a esposa de Alexandre quis que a declarante comentasse algo sobre o passado dela com Alexandre; que durante a conversa Anna Carolina demonstrava desequilíbrio, alterando a voz e por momentos chorava, que Alexandre a segurava pela cintura; que a declarante pediu para que diminuísse o tom de voz, dizendo que se quisesse estariam juntos;
que sua filha seguiu viagem e, quando lá chegaram, recebeu um telefonema da irmã de Alexandre, proferindo à declarante palavras de baixo calão, dizendo que Anna Carolina ao chegar lá relatou que a declarante havia falado mal da família dele; que a declarante negou o fato, e disse que Alexandre havia presenciado a conversa; que pegou o seu veículo e foi até o Guarujá pegar sua filha; que lá chegando foi atendida pela mãe de Alexandre; que pediu a menina e ela se recusou a entregá-la; que a irmã de Alexandre apareceu e houve uma conversa no local; que a situação foi se harmonizando e aparentemente ficou tudo bem; que foi procurada por Anna Carolina através [sic] do seu MSN, ou seja, tinha conversas rápidas através [sic] do computador;
que percebia que Anna Carolina queria aprofundar detalhes de sua relação com Alexandre, mas sempre desconversou; que a declarante percebeu que a intenção da esposa de Alexandre seria criar um quadro negativo da imagem da declarante para depreciá-la junto à família dele; que aproximadamente em 2004 a declaração ingressou com uma ação de alimento contra Alexandre e que houve por ele uma contestação dos valores, que acabou [sic] sendo regularizado; que quer salientar que nunca houve a falta de pagamento de pensão alimentícia, o que houve foi uma redução do valor da pensão, que foi aceito pela declarante, sendo que assinou um documento para isso e que nunca ingressou judicialmente com pedido de revisão do valor da pensão;
que soube que no ano de 2005, acerca do nascimento do primeiro filho de Alexandre, e depois de dois anos, já em 2007, soube do nascimento do segundo filho, de nome Kauã; que até este período não se recorda de nenhum entrevero envolvendo a declarante e Alexandre; que, entretanto, em uma oportunidade sua filha foi visitar o pai Alexandre, que à época residia no antigo apartamento, e ligou para a casa dele, para conversar com a filha Isabella; que quem atendeu ao telefone foi Alexandre e em seguida passou para a filha Isabella atender; que após ter conversado com a menina, desligou;
que, no decorrer daquela semana, tomou conhecimento por intermédio da mãe de Alexandre, via fone, de que o telefone acima mencionado, Anna Carolina teria se alterado em razão do telefonema dado pela declarante à filha, por motivos de ciúmes que na ocasião estaria com o filho no colo, e teria jogado este sobre a cama, passando a agredir Alexandre; que depois de tomar conhecimento desse evento, indagou a filha Isabella sobre os fatos, e esta relatou que pegou o irmão no colo que estava chorando; que quer esclarecer a declarante que os pais de Alexandre não se encontravam presentes no decorrer desta briga. mas foram chamados para apartar ou apaziguar os ânimos; que esclarece a declarante que todo e qualquer assunto que a mesma tivesse que tratar com Alexandre, este sempre recorria ao pai para solucioná-los e então por imposição de Alexandre, que se recusava a falar com a declarante, esta passou a tratar dos assuntos relacionados à filha Isabella com o pai dele;
que era evidente que todas as brigas de Anna Carolina com Alexandre eram ciúmes exacerbados da declarante; que no decorrer dos dias as visitas de Isabella na casa do pai, que ocorria regularmente, sendo que a declarante nunca notou qualquer anormalidade, ou sequer a criança lhe relatou algum fato negativo; que Isabella, após chegar das visitas feitas ao pai, por vezes apresentava mordidas, pequenas marcas arroxeadas e a declarante a indagava sobre o que havia ocorrido e ela mencionada que o irmão Pietro lhe mordia e lhe dava beliscões; que Isabella chegou a mencionar, que tanto o pai quanto Anna Carolina e a avó, mãe de Alexandre, a incentivavam a revidar e que a declarante a orientava que esse tipo de comportamento não era correto; que em uma oportunidade a mãe de Alexandre comentou com a declarante que o neto Pietro havia beliscado Isabella e o pai Alexandre teria ficado irritado com o menino [e o] ergueu o filho a uma certa altura;
que com relação aos fatos propriamente ditos, esclarece que na quinta-feira Santa, véspera de feriado, Alexandre não foi para o trabalho e ia levar Isabella e retirá-la na escola; que como Alexandre não tinha autorização para retirá-la, a declarante esqueceu de avisar o colégio para que liberasse Isabella a ele; que no horário de saída de sua residência, o transporte escolar apanhou Isabella, levando-a na escola e quando Alexandre passou na residência da declarante para apanhar a filha, esta já havia saído; que ele ficou extremamente nervoso com o fato, levando a declarante a ligar para Anna Carolina a fim de desculpar-se pelo ocorrido; que nesta ligação Anna Carolina comentou que ele tinha ficado muito bravo; que a declarante disse então a Anna Carolina que já havia avisado no colégio, autorizando Alexandre a retirar Isabella na escola;
que em outra ligação minutos depois a declarante avisou Anna Carolina que anteciparia a retirada de Isabella na casa da avó, mãe de Alexandre e a pessoa incumbida seria o irmão da declarante; que Anna Carolina retornou a ligação dizendo que Alexandre se alterou e disse que o tio da criança não era nada dela e que não queria que ele fosse buscá-la; que então, para evitar maiores conflitos, se propôs a retirar sua filha na casa da mãe de Alexandre; que Anna fez nova ligação à declarante, dizendo que não iria levar a criança Isabella no horário combinado na casa dos avós paternos; que em razão destes fatos e para evitar outros problemas, a própria declarante saiu mais cedo do seu trabalho e retirou sua filha antes no colégio, antes do término das aulas. que após retirar Isabella da escola, adentrou no carro e ligou para Anna Carolina que havia pego a filha na escola;
que, percebeu Alexandre estava na companhia de Anna Carolina, pois inclusive ouviu comentários de Alexandre, os quais eram repassados por Anna Carolina à declarante, sendo que a conversa foi no seguinte teor: a declarante indagou a Anna Carolina se Alexandre queria ver a filha; que, ela, Anna Carolina, repassou a Alexandre, o qual respondeu que não, que a declarante poderia ir embora e que ele a partir de agora resolveria isso de uma outra forma;
que, além de Anna Carolina lhe repassar, a declarante pode ouvi-lo dizer; que, ainda questionou de que maneira ele iria resolver; que, ele mencionou para que a declarante relaxasse, pois ele ia resolver a situação; que, a declarante quer salientar que percebeu que nesta conversação telefônica havia uma exaltação muito grande por parte de Alexandre; que, no domingo Alexandre compareceu na casa de Alexandre para uma visita de Páscoa a filha;
que, quinta-feira dia 27 de março, Alexandre e Anna Carolina estiveram na casa da declarante por volta das 21h30, para retirar o filho Pietro que brincava com Isabella na casa da declarante;
que, na sexta-feira a filha da declarante não foi para a escola e então Isabella pediu para que a declarante ligasse para Anna Carolina para passar o final de semana com o pai; que, então ligou para Anna e esta, próximo a hora do almoço apanhou sua filha em sua residência; que, naquele dia à noite, conversou com Isabella, por volta das 17h30 ou 18h, e perguntou se a mesma estava bem;
que, ela lhe respondeu que sim; que, no sábado ligou no celular de Anna Carolina e não foi atendida, não sabendo informar para onde teriam ido no sábado à noite; que, por volta das 23h55 a declarante recebeu uma ligação de Anna Carolina pelo celular, alteradíssima, gritando, que Isabella havia caído, na rua Santa Leocádia, explicando superficialmente o que havia ocorrido; que, mencionava que haviam jogado ela; que, a declarante respondia-lhe para fazer respiração boca a boca;
que a declarante estava próximo do local e em instantes ali chegou e deparou-se com sua filha estendida ao chão; que, ao ver sua filha naquele estado, tinha consciência que precisava manter o controle, pois acreditava que sua filha estava viva, pois sentiu seu coração batendo; que, tentava reunir forças;
que, percebia a sua volta que Alexandre gritava que havia ladrão lá dentro, para que pegassem ele; que, Anna Carolina gritava descontrolada e proferia palavras de baixo calão uma atrás da outra; que, houve um momento que mandou ela calar a boca, pois não agüentava mais aquela gritaria por parte de Anna;
que, neste momento, ele xingou a declarante, dizendo que estava fazendo tudo aquilo para a filha dela;
que, a declarante alega que não chegou a entrar no apartamento de Alexandre e que nunca esteve neste local; que a declarante não ficou sabendo dos fatos nem por Alexandre e nem por parente algum e que vem acompanhando os acontecimentos através da imprensa; que, no velório ouviu a mãe de Alexandre mencionar que o filho Alexandre não tinha culpa e que teriam que matar o bandido que teria praticado o crime;
que a declarante gostaria de enfatizar, que durante o velório, em um único contato que teve com Anna Carolina, recebeu dela um abraço inexpressivo, acompanhado da seguinte frase: “você nem ligou para a menina no sábado”, percebendo a declarante uma frieza incomum e que Alexandre, do momento da chegada no velório até o final do enterro de Isabella, não lhe dirigiu qualquer palavra e que nos últimos momentos ele aparentava estar abalado; que, na sua concepção acredita que Alexandre e Anna Carolina possam estar de alguma forma diretamente envolvidos no que aconteceu. Nada mais disse nem lhe foi perguntado, lido e achado conforme, [sic] vai devidamente assinado por todos e por mim, escrivão que o digitei.”
10 Comentários Recebido
abril 28th, 2008 @2:11 pm
nada nessa vida fica em puni,Deus nosso senhor olha para todos principalmente para os inocentes.de uma forma ou ouitra eles um dia pagaram portudo o que fizeram.embora todos os indicios enclinan-se para eles, eles continuam negando, se a “inocencia” deles for verdade que Deus nos perdoi por termos atirado pedras.
abril 29th, 2008 @11:15 am
O PAI E A MADRASTA DE ISABELA SAO UMS MONTROS.VC MAE DE IZABELA SABIA.QUE TEVI UMA FILHA COM UM VAGABUNDO..COMO PODI COMFIAR SUA FILHA..A UM HOMEM QUE AMEAÇOU SUA PROPRIA MAE..COMO VC DORMIA TRANQUILA SABENDO QUE SUA FILHA ESTAVA DORMINO COM DOIS DESEQUILIBRADOS…VC MAE DE ISABELA TEM MUITO SANQUE FRIO..EU SOU MAE JA MAIS DEICHARIA MINHA FILHA PASAR FINAL DE SEMANA COM UM PAI QUE MOSTRA SINAL DE DESEQUILIBRO..VC TEM UMA GRANDE PACELA DE CULPA POR TODO SOFRIMENTO E MORTE DA SUA FILHA..ATER PAREÇI QUE VC. AINDA AMAVA ESTE GANALHA..PORTANTO NAO ADIANTA VC APAREÇER NA TELEVISAO..COMO VITIMA…DUAS CAROLINA BRIGANO..POR UM BABACA..FEIO E ASAÇINO…VC NAO E CRIANÇA….QUEM AMA CUIDA….ELES DOIS TEM QUE MORRE.. NA CADEIA…E VC HORAR A DEUS E PEDIR PERDAO PELA SUA OMIÇAO
abril 29th, 2008 @11:35 am
mae de isabela vc sabia que seu eis. era uma pessoa agreçiva.se ele teve coragem de ir ater sua casa ameaça sua mae..era pra vc ter recorrido a justiça pra nao deichar sua filha paçar final de semana com ele…vc nao tem como arruma desculpas vc conheçia o lado ruim…mostro dele e da madrasta…e mesmo asim..deichava sua filhinha..corre este risco..vc tambem nao pode mais ter filhos..a mae que ama verdadeiramente seu filho ja mais coloca em risco sua vida…vc falou pro zeze de camango..eu sou uma criança..que cuiodava de outra.balela mentira..vc e muito fria iso sim…vc mostrou..pra todo o brasil..agora vc so falta poza na bleiboy querida…e repeti as mesma palavras a vida..continua…
abril 29th, 2008 @12:08 pm
eu sou mae de dois filhos nos nao podemos evitar o mal mais devemos previni…sua filha.. morreu testa forma tao cruel.por eseso de comfiança sua nao estou te jugando mais temos que olvi a verdade pra acorda pra vida..e quando vc tiver outro filho ser mais cuidadosa em todos os sentido..nao so leva pro chlube sinema viajems aprender a emchergar mais lomge
abril 29th, 2008 @12:13 pm
que deus te imlumina te der muita força se seu semtimento for verdadeiro…que cada manha seja uma vitoria…bjs
maio 2nd, 2008 @10:01 pm
ohhh elma vai aprender a escrever primeiro..vc tbm é uma assasina, da lingua portuguesa, pelo amor de deus qta ignorancia minha filha…sinema,emchergar,viajems,aff lomge esesso???da onde tirou essas palavras minha filha?seus comentarios alem de totalmente nada a ver sao um horror para leitura…vai estudar querida depois vc comenta ta…burra totalmente analfabeta…
maio 4th, 2008 @12:25 pm
Lemos sobe forte emoção o texto do Dr Evandro Pelarin, digníssimo juíz de direito da primeira vara criminal da infância e juventude ( Comarca de Fernandópolis- SP ).
Nos sentimos assim como ele narrou. Gostaríamos que essa tragédia fosse um pesadelo que nos daria alivio ao acordadrmos.´Porém em vez disso, nosso tormento aumenta cada dia mais.
Temos muito medo da impunidade que assola nossa sociedade,mas, confiamos na justiça divina,apesar de muitas vezes, por sermos meros mortais,não comprendermos como uma monstruosidade dessa possa acontecer.
Não sabemos onde sua mãe encontra forças para sobreviver perante tamanha perda, principalmente pelo modo cruel como foi. Entretanto, estamos certos de que esta força vem da certeza da vitória da Isabella no céu. Se ela era um lindo anjo aqui, imagine lá ?
Não queríamos estar na pele desses malvados monstros. Isabella está livre deles, vivendo em plenitude junto a Deus. O sofrimento dela acabou, o deles está só começando e Deus nos perdoe, estamos querendo estar aqui para ver.
Também foge a nossa compreensão como pode existir advogados que certamente movidos pela ganância financeira,se submetem a defender pessoas capazes de matar friamente um ser indefeso, pior ainda, a própria filha.
Nossas autiridades precisam urgentemente mudar essas leis, fazendo-as mais severas e cumpridas a rigor
Precisamos de paz para viver e so vamos conseguir isso banindo de uma vez por todas este alto índice de criminalidade a que estamos expostos.
maio 9th, 2008 @5:58 am
Ta bom até parece que ela iria conseguir impedir o pai rico advogado filho de advogado, ver a filha, se nesse nosso belo pais quem tem dinheiro manda e sem falar que nossa lei não julga uma pessoa só por que que falou que iria matar alguém esssa expressão aqui e vista como normal quem não fala isso e como diz o ditado “cão que late não morde”. É mais isso serve pra gente rever as nossas leis ele latiu e depois mordeu a Isabella com aquela outra la afinal nem vou chama-los de cachorros pois estarei ofendendo os animais maravilhosos que são os cachorros né gente. Agora comentam muito sobre o motivo da Mãe de Isabela não chorar nos preocupamos muito com o choro né pra que? A madrasta ta morendo de chorar chama a menina de minha pequena, a menina é tudo pra ela segunda a entrevista dela é uma filha e ai se comprovar 100% o que não esta muito longe que ela matou Isabela. E o choro tão requisitado como forma de expresar sentimento também pode ser motivo de conciência pessada ou fingimento por que conciência a Jatoba não tem!
julho 15th, 2008 @4:18 am
É a mais completa insensatez deixar uma criança inocente nas mãos de dois psicopatas inescrupulosos e sem caráter.Eu assisti a entrevista de Alexandre Nardoni e Anna Jatobá no Fantástico e o que eu percebi é que eles são dois mentirosos e falsos no que declararam,por que consciência Alexandre e Anna não tem nenhuma.Mais absurdo são os dois insistindo em pedir liberdade se são culpados.Quem pratica um crime hediondo deve ser punido severamente.E os advogados de defesa de Alexandre e Anna são uns safados que querem que o casal fique impune matando mais e mais pessoas.
julho 27th, 2008 @5:53 pm
esses advogados sao uns safados , se acontecesse com filhos de vcs ai eu queria ver esses safados fazendo defesa, tao cansados de saber que esta em evidencia de quem matou a linda isabela
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